A Linden Lab, criadora do Second Life, divulgou esta semana a segunda versão beta do novo visualizador, um navegador de Internet. Este novo visualizador segue a ideia de redes sociais como Twitter e Facebook.
O objetivo deste blog é divulgar novidades e eventos que acontecem no Second Life voltados para a educação. Também serão relacionados assuntos relevantes do Sebrae no Second Life.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Curso Second Life para iniciantes - Turma 08
Conforme prometido aos visitantes da Ilha do Empreendedor no Second Life, a próxima turma do curso Second Life completo para iniciantes, turma 8, terá início neste mês de fevereiro. Trata-se de um curso que visa capacitar principalmente aqueles usuários que querem aprender e conhecer um pouco mais daquilo que é possível fazer no Second Life. Assim como nas turmas anteriores, o curso é gratuito e emite certificado pelo SEBRAE.Lembro que o número de alunos na turma é limitado. Serão aceitos na turma somente os 20 inscritos a partir do momento que as inscrições estiverem abertas, ou seja, a partir do dia 08/02/10. O curso tem duração de 2 meses e as aulas são realizadas uma vez por semana, sendo que nesta turma as aulas serão sempre nas quintas-feiras, das 18 as 20 horas (horário de Brasília). O início do curso está previsto para o dia 25/02/10 e neste encontro a presença é obrigatória.
PROGRAMA DO CURSO
Os assuntos abordados no curso serão os seguintes:
1. Histórico do Second Life
2. Configurações mínimas
3. Efetuando o download
4. O que é o Second Life
5. Glossário
6. As barras de ferramentas
7. Vivendo no Second Life
8. Preenchendo o profile
9. Comunicação por chat de texto
10. Comunicação por IM (Instant Message)
11. Adicionando amigos
12. Fazendo buscas
13. Configurando áudio e vídeo
14. Configurando o voice chat
15. Editando outras preferências
16. Fazendo uploads
17. Controles de câmera
18. Personalizando a aparência
19. Acoplando objetos
20. Desacoplando objetos
21. HUDs (Heads-Up Displays)
22. Gestos
23. Administrando o inventário
Pastas do “My inventory”
24. Ferramentas de edição
Criando prims
Selecionando e movendo prims
Linkando prims
Deslinkando prims
Rotacionando prims
Redimensionando prims
Copiando prims
A aba “General”
A aba “Object”
A aba “Texture”
Texturizando prims
A aba “Features”
25. Grupos
Guias principais
Guia “Notices”
26. Captura de tela
Mais informações você encontra na Ilha do Empreendedor. Lembro que meu avatar é Empreendedor Mighty e o horário de atendimento na Ilha é de segunda a sexta, das 11 as 20 horas (horário de Brasília).
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Dados Second Life
Como já é de conhecimento de algumas pessoas, principalmente dos usuários mais assíduos do Second Life, a cada final trimestre a Linden Lab (criadora e mantenedora do Second Life) divulga dados estatísticos em relação ao mundo virtual. Juntamente com os dados do último trimestre de 2009, também foram divulgados dados comparativos entre os anos de 2007, 2008 e 2009. Separei alguns dados relativos aos últimos 3 anos que chamam a atenção e mostram que o Second Life, mesmo que de forma mais lenta, continua crescendo.
No aspecto financeiro, somente em 2009 o valor total das transações entre usuários no Second Life atingiu 567 milhões de dólares, um acréscimo de 65% comparado ao ano de 2008.
Em relação ao número de horas gastas pelos usuários no Second Life em 2009, este número atingiu os 481 milhões, o que representa um acréscimo de 21% se comparado ao ano de 2008.
Outro dado bastante interessante é o número de usuários com logins repetidos. Em dezembro de 2009 este número foi de 769 mil, máximo histórico e que representa um acréscimo de 15% se comparado ao mês de dezembro de 2008.
Fonte: SecondLife.com
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
6º Workshop EGC/UFSC 2009
Sou mestrando do EGC - Engenharia e Gestão do Conhecimento - da Universidade Federal de Santa Catarina, tendo como área de concentração Mídias do Conhecimento. Nos dias 02, 03 e 04 de dezembro participei do 6º Workshop de Engenharia e Gestão do Conhecimento promovido pelo Programa Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento (EGC) da UFSC. O evento é anualmente organizado para ser um Fórum de Debates reunindo profissionais, estudantes e pesquisadores da área e aproximando a comunidade do Programa com as reflexões e visões dos setores acadêmico, empresarial e governamental.
O evento tem como objetivo disseminar e compartilhar os passos trilhados e resultados alcançados pelo EGC na sua atuação em ensino, pesquisa e desenvolvimento em codificação, gestão e disseminação dos conhecimentos em organizações, públicas e privadas, e na sociedade.
A cada ano o Workshop se aprimora e neste ano alcançou um patamar extremamente profissional que pode ser comparado a diversos congressos internacionais, pois participaram palestrantes representativos tanto do setor público quanto do setor privado, além da presença de grandes nomes na pesquisa em EGC e em interdisciplinaridade.
Apesar de não ter participado do evento em período integral, só tenho a agradecer pela oportunidade. Parabéns a todos os organizadores e envolvidos.
O evento tem como objetivo disseminar e compartilhar os passos trilhados e resultados alcançados pelo EGC na sua atuação em ensino, pesquisa e desenvolvimento em codificação, gestão e disseminação dos conhecimentos em organizações, públicas e privadas, e na sociedade.
A cada ano o Workshop se aprimora e neste ano alcançou um patamar extremamente profissional que pode ser comparado a diversos congressos internacionais, pois participaram palestrantes representativos tanto do setor público quanto do setor privado, além da presença de grandes nomes na pesquisa em EGC e em interdisciplinaridade.
Apesar de não ter participado do evento em período integral, só tenho a agradecer pela oportunidade. Parabéns a todos os organizadores e envolvidos.
No evento: Márcio, Rodrigo e Cesar.
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Encerramento curso Second Life avançado
No dia 17/11/2009 aconteceu a última aula do curso de criação de conteúdo para o Second Life (avançado), do qual eu também participei. De acordo com a metologia do professor Halisson Usher (SL), logo no início do curso foram criados grupos de no máximo 4 alunos para a elaboração do trabalho final. E este último encontro foi reservado para a apresentação dos trabalhos que os grupos elaboraram ao longo do curso. Foram trabalhos excelentes e estou disponibilizando alguns aqui.




quinta-feira, 12 de novembro de 2009
A Web 2.0 muda os processos de aprendizagem?

Venho ao longo dos últimos 15 anos pesquisando sobre como as instituições educacionais podem promover e facilitar os processos de aprendizagem. Mas especificamente nos últimos 8 anos, minha pesquisa voltou-se para como tudo isso pode ser favorecido por meio das tecnologias de informação e comunicação.
Inicialmente observava nas iniciativas da educação à distância a dificuldade de implantar metodologias eficientes. O que se tinha era basicamente uma tentativa de reprodução do ensino convencional. Sendo ainda o ensino brasileiro bastante comportamentalista, não era difícil observar isso refletido nos cursos à distância.
Mesmo a partir da década de 90, onde ganhamos com a Internet um espaço diferenciado para desenvolver esta modalidade educacional, o que se viu foi mais uma vez uma reprodução de conteúdos e atividades tal qual se via no modelo presencial. O que seria diferente então? Neste caso, somente o meio pelo qual o conteúdo chegava às pessoas.
Porém, equipes multidisciplinares no mundo todo começaram a discutir seriamente o assunto, ao perceber que as tecnologias por si só não mudariam os rumos da educação. Precisava muito mais que excelentes ambientes virtuais de aprendizagem.
Foi nesta reflexão que se construíram metodologias mais adequadas e muitas delas baseadas fortemente nas teorias de aprendizagem da linha cognitivista apoiadas pelos estudos da andragogia.
Assim, ao definir-se um curso mediatizado por tecnologias, algumas perguntas tornaram-se muito importantes como: Quem são as pessoas que vamos formar, o que elas já sabem sobre o que vamos falar e o que elas não sabem? Como elas aprenderam a aprender? Quais seus estilos cognitivos? Que competências essas pessoas precisam desenvolver?
Essas perguntas começaram a fazer a diferença em muitas instituições de educação à distância, uma vez que as pesquisas de impacto mostravam resultados melhores do que aquelas que continuavam repetindo o modelo convencional de ensino.
E agora, o que muda com as possibilidades de interação da web 2.0? Sabemos que as teorias de aprendizagem cognitivistas e a própria andragogia defendem que os processos de interação são ricos aliados na construção de conhecimentos. Assim temos na web 2.0 todo um conjunto de recursos para promover situações de interações. Porém, mais uma vez não podemos esquecer que não serão as ferramentas que farão a diferença e sim o uso que faremos delas.
Temos de lembrar, também, que situações de interação criadas precisam de pessoas desejosas a interagir. Todavia, ainda temos uma cultura muito forte de uma aprendizagem passiva, que foi incutida nas pessoas desde tenra idade.
Isso nos mostra que o desafio vai além de tecnologias e também das metodologias. Há que se levar às pessoas a refletirem seus esquemas mentais, a entenderem a importância e os ganhos que terão ao participarem de processos interativos. Podemos dizer que é uma mudança cultural de como as pessoas aprenderam a aprender. Falar em mudança de cultura é mexer fortemente em crenças e verdades. Deu para perceber o desafio que temos nas mãos?
Mas penso que o fato de estarmos aqui refletindo sobre isso, já mostra que o caminho está aberto e que pesquisadores como eu e como você, leitor, podem contribuir para que a geração de nativos digitais e a de não-nativos possa crescentemente entender e assim usufruir das possibilidades educacionais da Web 2.0.
*Rita Guarezi é diretora superintendente do IEA – Instituto de Estudos Avançados. Pedagoga com especialização em Metodologia do Ensino e Gestão de Informática na Educação e doutora em Engenharia de Produção Mídia e Conhecimento.
Mesmo a partir da década de 90, onde ganhamos com a Internet um espaço diferenciado para desenvolver esta modalidade educacional, o que se viu foi mais uma vez uma reprodução de conteúdos e atividades tal qual se via no modelo presencial. O que seria diferente então? Neste caso, somente o meio pelo qual o conteúdo chegava às pessoas.
Porém, equipes multidisciplinares no mundo todo começaram a discutir seriamente o assunto, ao perceber que as tecnologias por si só não mudariam os rumos da educação. Precisava muito mais que excelentes ambientes virtuais de aprendizagem.
Foi nesta reflexão que se construíram metodologias mais adequadas e muitas delas baseadas fortemente nas teorias de aprendizagem da linha cognitivista apoiadas pelos estudos da andragogia.
Assim, ao definir-se um curso mediatizado por tecnologias, algumas perguntas tornaram-se muito importantes como: Quem são as pessoas que vamos formar, o que elas já sabem sobre o que vamos falar e o que elas não sabem? Como elas aprenderam a aprender? Quais seus estilos cognitivos? Que competências essas pessoas precisam desenvolver?
Essas perguntas começaram a fazer a diferença em muitas instituições de educação à distância, uma vez que as pesquisas de impacto mostravam resultados melhores do que aquelas que continuavam repetindo o modelo convencional de ensino.
E agora, o que muda com as possibilidades de interação da web 2.0? Sabemos que as teorias de aprendizagem cognitivistas e a própria andragogia defendem que os processos de interação são ricos aliados na construção de conhecimentos. Assim temos na web 2.0 todo um conjunto de recursos para promover situações de interações. Porém, mais uma vez não podemos esquecer que não serão as ferramentas que farão a diferença e sim o uso que faremos delas.
Temos de lembrar, também, que situações de interação criadas precisam de pessoas desejosas a interagir. Todavia, ainda temos uma cultura muito forte de uma aprendizagem passiva, que foi incutida nas pessoas desde tenra idade.
Isso nos mostra que o desafio vai além de tecnologias e também das metodologias. Há que se levar às pessoas a refletirem seus esquemas mentais, a entenderem a importância e os ganhos que terão ao participarem de processos interativos. Podemos dizer que é uma mudança cultural de como as pessoas aprenderam a aprender. Falar em mudança de cultura é mexer fortemente em crenças e verdades. Deu para perceber o desafio que temos nas mãos?
Mas penso que o fato de estarmos aqui refletindo sobre isso, já mostra que o caminho está aberto e que pesquisadores como eu e como você, leitor, podem contribuir para que a geração de nativos digitais e a de não-nativos possa crescentemente entender e assim usufruir das possibilidades educacionais da Web 2.0.
*Rita Guarezi é diretora superintendente do IEA – Instituto de Estudos Avançados. Pedagoga com especialização em Metodologia do Ensino e Gestão de Informática na Educação e doutora em Engenharia de Produção Mídia e Conhecimento.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Estatísticas sobre o Second Life no terceiro trimestre de 2009
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